É uma via local, com predominância residencial e seu traçado, de forma linear, proporciona uma visão ao pedestre que é logo absorvida e pode se tornar monótona.
Compreende três quarteirões entre a avenida Delfim Moreira e rua Humberto de Campos, que cruzam os dois grandes eixos viários do bairro, as avenidas San Martin e Ataulfo de Paiva. Entretanto, apenas dois quarteirões estão incluídos na APAC do Leblon.
No primeiro quarteirão, entre as avenidas San Martin e Ataulfo de Paiva, apenas as edificações, na esquina com a avenida San Martin, exibem em suas fachadas formas estilísticas que se interagem e compartilham traços comuns. A partir daí, a ambiência da rua desperta um impacto no observador, decorrente das súbitas diferenças de volume das edificações e fachadas em linhas modernas, como a entrada principal do colégio Santo Agostinho.
Continuando a caminhada, entre a avenida Ataulfo de Paiva e rua Humberto de Campos, no meio do quarteirão, um conjunto de prédios, no lado par e com quatro pavimentos, exibem um repertório estilístico e tipológico de semelhantes traços arquitetônicos, que desencadeia harmoniosa imagem. As fachadas dessas edificações integram-se com as do lado oposto, deixando uma forte e agradável imagem na rua.
A densa arborização dá uma sensação de clausura à rua e contribui para que as edificações, em alguns momentos, passem despercebidas pelo pedestre.
Recebeu o nome de rua 11 e logo depois, rua Francisco Ludolf''.
Em 06/12/1934, foi reconhecida como rua Cupertino Durão pelo Decreto nº 5256.
José Dias Cupertino Durão foi engenheiro, secretário de obras da antiga Prefeitura do Distrito Federal, na administração do Prefeito Carlos Sampaio.