É formada, no lado impar, por dois quarteirões, que acompanham a leve variação do alinhamento da rua. Entre esses quarteirões, está uma escada, tombada pelo município, que conduz, num plano mais abaixo, à rua General Urquiza. Neste
mesmo lado, as edificações se integram e se destacam na paisagem motivada pelas formas arquitetônicas, estéticas, gabaritos e sombreados das árvores. A constância da ambiência dessa imagem se prolonga até a avenida Visconde de Albuquerque.
No lado par, um muro, entre as avenidas Bartolomeu Mitre e Visconde de Albuquerque, faz limite da rua com o terreno da Polícia Militar. Tem forma linear, com cerca de quatro metros de altura e é visto como barreira física, desarticulada
com os prédios que estão no lado oposto. A ausência de atividades, neste lado da rua, causa menor fluxo de pedestres que não se sentem tranqüilos e seguros ao caminhar pela calçada.
Recebeu o nome de "Rua A"; até 28/09/1949 quando, através do Decreto nº 9949, foi reconhecida como Rua Capitão César de Andrade
Artur Osvaldo César de Andrade foi capitão-aviador desaparecido em serviço de patrulhamento no Oceano Atlântico, ao largo de Pernambuco, durante a Segunda Grande Guerra, em 1942.